A Gazeta do Povo publicou nesta semana uma reportagem extremamente preocupante sobre o cyberbullying.
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1014344&tit=Curitiba-e-a-3-capital-com-maior-frequencia-de-bullying-diz-pesquisa-do-IBGE
Segundo a matéria, cerca de 35% dos alunos que participaram de uma pesquisa promovida pelo IBGE já foram vítimas de bullying e/ou cyberbullying.
Só para esclarecer bullying é a prática de violência física, verbal, psicológica de um indivíduo contra outro individuo, um grupo contra um individuo ou ainda um grupo contra outro grupo. A transposição desta agressividade para os meios virtuais denomina-se cyberbullying.
Vale à pena comentar que o bullying praticado nas esferas virtuais foi muito potencializado. A praticidade, a agilidade, o alcance dos meios eletrônicos e, certamente, o anonimato, são ingredientes desta receita de “super poderes usados para o mau”.
Logo, não podemos fechar os olhos para esta realidade. É preciso intervir já… Antes que sejamos surpreendidos pelos nossos filhos que podem ser as vítimas e também os algozes.
A prevenção e a formação dos alunos para a tratativa desta temática são fundamentais.
É preciso dialogar sobre o cyberbullying e suas CONSEQUÊNCIAS!
Quem sofre bullying pode ter severos problemas psicológicos e emocionais, além de transtornos de comportamento, déficit de aprendizagem e entre outros.
Quem pratica bullying não fica anônimo. Quando a polícia é acionada, a mesma dispõe de recursos que localizam o(s) autor(ES) da barbárie AONDE QUER QUE ELE(S) ESTEJAM!
E uma vez identificados, se menores, terão seus pais processados de acordo com as leis brasileiras.
Também, neste momento de formação é fundamental despertar a compaixão, o respeito ao outro e as diferenças e lembrar que um dia é da caça e outro pode ser do caçador.
Fonte: www.internetresponsavel.com.br
Escrito em 17/06/2010 18:14 por Dani